Brasil tem apenas 1,3% das sementes de espécies ameaçadas

Número é bem abaixo dos 75% recomendado até 2020 pela ONU e só traz o triste cenário ambiental do país

No mês em que se comemora o Dia Internacional da Biodiversidade, celebrado em 22 de maio, as notícias não são muito boas para o Brasil. Apesar de o país possuir a maior diversidade de espécies de flora do mundo, apenas 1,3% das espécies ameaçadas está em bancos de sementes. Essa porcentagem está muito longe do estabelecido pela Estratégia Global pra Conservação de Plantas, criada pela Convenção da Diversidade Biológica da ONU (Organização das Nações Unidas). O objetivo é até 2020, que cada país participante tenha uma salvaguarda de sementes com até 75% das espécies de plantas ameaçadas de extinção em seu território.

Esse número foi revelado em um levantamento feito por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais e do Jardim Botânico Real do Reino Unido em todas as instituições do País que têm esse tipo de acervo. Os dados, referentes a 2015, eram de apenas 26 espécies armazenadas, contra as 2.113 classificadas no Livro Vermelho da Flora como em algum grau de ameaça no Brasil. O trabalho foi publicado em fevereiro na revista Biodiversity and Conservation.

De lá para cá, o cenário deve ter melhorado um pouco. Só o Jardim Botânico do Rio, que tem a maior coleção, passou de 17 espécies em 2015 para 35. Mas ainda assim a situação é ruim. Esse cenário só traz à luz a situação do meio ambiente nacional. Atualmente, um total de 33% do solo de todo o mundo está desgastado, fato atribuído a diversos fatores de acordo com pesquisa realizada pela FAO (ONU para Alimentação e Agricultura).

Para Rodrigo Domene, gerente geral da Lubrificantes Fenix, empresa produtora de óleos lubrificantes localizada em Paulínia-SP, uma maior rigorosidade da fiscalização na troca e coleta de óleos lubrificantes industriais e automotivos é essencial para garantir a qualidade do solo. “Quando vazado ou jogado no solo, o OLUC provoca a infertilidade do terreno, inutilizando-o tanto para a agricultura quanto para edificações”, explica.

Outro fator preocupante é que essa substância pode atingir o lençol freático, danificando os poços da região de entorno e complicando ainda mais a situação ambiental. “Um litro de óleo lubrificante pode contaminar um milhão de litros de água. Além disso, se jogado no esgoto, irá comprometer o funcionamento das estações de tratamento de água, chegando, em alguns casos, a causar a interrupção do funcionamento desse serviço essencial”, afirma o profissional.

Nesse ponto, o trabalho desenvolvido pela Lubrificantes Fenix é de extrema importância para manutenção do meio ambiente e conservação do solo, já que garante o descarte correto do OLUC além do rerrefino da substância. “Devolvemos ao mercado um produto 100% reutilizável, através de processos genuinamente limpos”.

No Brasil, uma Resolução do Conselho Nacional do meio Ambiente (CONAMA) 362/2005 orienta que, “Todo óleo lubrificante usado ou contaminado deverá ser recolhido, coletado e ter destinação final, de modo que não afete negativamente o meio ambiente e propicie a máxima recuperação dos constituintes nele contidos” – mas na pratica, a realidade é outra.

Sobre a Empresa

Lubrificantes Fenix Ltda: referência no segmento há mais de 27 anos, a empresa desenvolve, com alta tecnologia e precisão, óleos lubrificantes que oferecem soluções para diversos sistemas e equipamentos industriais, atendendo as especificações técnicas do mercado e as necessidades particulares de cada cliente.

Prestação de serviços: especialistas credenciados e equipamentos modernos realizam periodicamente a análise laboratorial, o acompanhamento e o gerenciamento da utilização do óleo lubrificante. Caso exista a necessidade de intervenção no sistema, é feito o processamento in loco através de uma unidade móvel, que não interrompe o processo produtivo do cliente. Assistência técnica pós-venda ágil e flexível para suprir com excelência a demanda do mercado.

Ecofenix: com frota de caminhões autorizada pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e ANP (Agência Nacional do Petróleo). A Ecofenix é a única autorizada a coletar resíduos sólidos e líquidos, e essa coleta e destinação final é realizada através de um veículo híbrido patenteado pela empresa.

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